25.4.07

A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE
Capítulo 4 - Ah, cês querem roque?
Parte II

O primeiro show aconteceu exatamente uma semana depois da inauguração: Graforréia Xilarmônica. Foi um show barulhento, o PA do Vilson ainda se ajustando à acústica da velha casa. No palco – usando ternos e gravatas completamente demodês, shorts de educação física, chinelos de dedo e óculos escuros do tamanho de morcegos de asas abertas nas caras intencionalmente panacas – Carlo Pianta, Frank Jorge e Alexandre Ograndi comandaram por quase três horas, com a maestria dos grandes, a catarse coletiva que é um bom show de rock. Um calor infernal e os janelões abertos impunemente como se não houvesse vizinhos. Tenho uma cena muito nítida dessa noite, o Carlo suando feito um camelo febril, gotas brotando em cascata da cabeça e dos braços, escorrendo pelos dedos e molhando as cordas da guitarra. O Carlo tocando e chegando perto de uma janela aberta ao lado do palco pra se refrescar. O som amplificado pra todo o bairro ouvir, explodindo pra fora da janela que mais tarde seria lacrada pra sempre com espuma e compensado naval.

A platéia, umas cento e poucas pessoas se acotovelando em frente ao minúsculo palco, era composta por obstinados fãs da banda, virtuais garageiros e diversas figurinhas fáceis do under, os-de-sempre, gente sem nada melhor pra fazer na vida do que sair de segunda a segunda percorrendo a ronda noturna dos bares, galzinhas de vestido tubinho e bota de cano longo, roqueiros tatuados e cheios de couro & estilo, minas de roqueiros tatuados tatuadas e cheias de couro & estilo, grunges de camisa de flanela, poetinhas mal vestidos, nerds de óculo de grau e pulôver azul bebê, mulheres barangas de colã branco decotado, tipos invisíveis com roupas absolutamente ordinárias.

Vendemos toda a cerveja de nosso único freezer.

Graças ao respaldo que a Graforréia tinha com a imprensa local, o show obteve uma ótima divulgação, a custo praticamente zero – apenas uns poucos trocados pros cartazes A3 e pros panfletinhos em xerox, chamados também de felipetas, mosquitos ou flyers: a mídia garageira por excelência. O principal jornal da cidade estampou uma fotografia da banda, destacando o show de estréia na programação de final de semana. Desde cedo estava traçada a nossa trajetória de menina-dos-olhos de segundo caderno.

Depois que a Graforréia tirou o cabaço, os shows continuaram em série. Geralmente às quintas, sextas e sábados, mas também nas segundas, terças ou quartas, conforme a demanda. As principais bandas do guetinho cultural da província, desfilando uma após a outra em nosso pequeno palco. Guitar bands, bandas punk, de rock retrô, de metal, de funk-metal, hardcore, new wave, experimentais, instrumentais, com letras em inglês, bandas de blues, jazz, reggae, bandas-cover, bandas de outros estados, de outros países, de outros planteas, bandas efêmeras e outras como Ultramen, Space Rave, Walverdes e Comunidade Nin-Jitsu, que fizeram seus primeiros shows por lá e seguiram tocando por muito tempo, bandas de dois ensaios, bandas de nenhum ensaio, bandas que terminaram após seu primeiro show, bandas que nunca gravaram, bandas que ninguém sabe que existiram, bandas cujos integrantes abandonaram o roquenrol e hoje trabalham como consultores administrativos em firmas multinacionais, bandas só de minas, bandas de um-homem-só, trios, quartetos, quintetos, big-bands, Academias Chiquérrimas, Acretinice Me Atray, Aristóteles de Ananias Jr., Barba Ruiva & Os Corsários, Barkley House, Benedyct, Borboleta Negra, Brigitte Bardot, Chapman, Colarinhos Caóticos, Cosmonauta Spiff, Coupe de Ville, Cowabunga, Crushers, Dellips, Experience, Funkenstein, Hip Horse, La Infâmia, Lovecraft, Mais Umas Coisas, Maldoror, Marmanjados, Mequetreques Suplicantes, Molly Guppy, Moses, Motor Mojo Junkie, Musical Spectro, Nada Público, Narciso, Omstrons, Pére Lachaise, Psicopompos, Qual?, Smog Fog, Spiders, Tarcísio Meira’s Band, The Clones, Undisco Bones...

Um rol de bandas mortas.

Shows inesquecíveis que pouca gente lembra, dispersos nessa coisa enganosa chamada memória, meleca super seletiva de imagens, sons e cheiros, sabão escorregadio que pra ser agarrado tem que se moldar no formato da mão.

Lembranças tópicas de eventos superespecíficos.

Por exemplo, o solo do Frank Jorge no show do Frank & Plato no festival Monterey Popstock durante aquela música: “Rod Stewart é amigo do Roger McGuinn”. A guitarra tremendo, rangendo, zunindo, vibrando e absorvendo a atenção da platéia delirante como a flauta que hipnotiza a serpente mais pelo movimento que pelo som que produz.

Ou a testa postiça de Frankenstein feita de espuma que o Chico Machado usava nas apresentações dos Omstrons e as luzinhas e engenhocas eletroacústicas e brilhantes que deixavam o show com um jeitão de performance multimídia de puteiro do interior e os acordes dissonantes que não saíam de cinco mil alto-falantes mais dos seis que compunham o PA do Vilson.

Ou o show da Experience, power trio com a legendária dupla Mitch Marini e Schneider, uma parede de amplificadores importados expelindo Jimi Hendrix e Cream a todo o volume, participação especial de Luizinho Louie com seu enorme kit de percussão, o Luizinho quase chorando emocionado em perfeita sintonia com as ondas sonoras que saíam dos potentes amplis importados, batucando em transe toda a parafernália de tambores, pandeiros e sininhos, sem a mínima noção que ninguém ouvia nada porque o Mitch tinha dito que não precisava microfonar a percussão.

Mas tem microfone sobrando. Argumentava o Vilson, durante a passagem de som.

Nã, nã, nã, não precisa. Replicava o Mitch, de cantinho, fazendo um sinal de quem diz não dá nada, enquanto ao fundo o pobre Luizinho, na maior das compenetrações, edificava passo a passo sua complexa traquitana percussiva.

Ou o show da banda Pirâmide, de Santa Catarina, uma cousa assim mezzo progressivo, mezzo Iron Maiden – fase Powerslave – com direito a cenário de esfinges e pirâmides de isopor, palmeiras de plástico e tochas de celofane emoldurando o palco numa recriação patética e totalmente fundo de quintal de algo que só com muito esforço poderíamos chamar de Egito Antigo.

Ou o show da Psicopompos. Uma data especial, aniversário de uns poucos anos. Eles tinham uma música que chamava Garagem Hermética e dizia no refrão algo como “beber e cheirar no corredor”. A música virou tipo um hino interno e resolvemos convidar a Psicopompos pra fazer esse show especial, o bar superdecorado pra ocasião, centenas de balões dependurados sobre as portas e espalhados pelo chão, os balões espalhados pelo chão estourando durante o show e enlouquecendo os músicos da Psicopompos, banda poética, intimista e até meio chata como dá pra imaginar só pelo nome psicopomposo.

Ou o show da Luciana Pestana, uma roqueira folka de voz grave e feiúra tipo Janis Joplin que, terminada a apresentação fracassada com pouquíssimos pagantes, pega seu violão, diz só vou comprar cigarro e dá no pé sem pagar o aluguel do PA.

Ou o show da Space Rave em que o Edu, vocalista, guitarrista e compositor que nos próximos dez (quinze?) anos ainda montaria as bandas Hip Horse, Musical Spectro, Undisco Bones, The Clones, Celophanes, Planondas, Dirty, Autobahn e sabe-se lá quantas mais, o incansável, merecia uma medalha de honra ao mérito under, o Edu resolve colocar pólvora na frente do palco pra queimar em efeito noise-pirotécnico, no auge de um solo explosivo. Quando a coisa explode, explosão mixuruca, quase um peido, um fumacê medonho toma conta do ambiente com um fedor de enxofre ou qualquer outra coisa diabolicamente fedorenta. Toda a platéia se vira de costas instantaneamente e sai em direção à rua, mão no rosto tapando nariz e boca, tosse, tosse, tosse. E m seguida, a própria banda foge também, sufocada.

Ou o show da Brigitte Bardot, a banda do Ricardo e do Marcos, o Ricardo de vestido longo da avó tocando uma guitarra completamente desafinada. O Marcos desce da bateria cuspindo palavrões e atira as baquetas no Ricardo.

Ou o show da Mais Umas Coisas (outra banda do Ricardo e do Marcos), o Ricardo saindo do palco bem no meio de uma música, sem razão aparente, louco de qualquer coisa ou várias, arrastando nos pés um emaranhado de cabos de instrumentos e microfones, fios e pedais. O Vilson indo atrás dele puto da cara pra cobrar o prejuízo. O Marcos roendo as baquetas de ódio depois de uma cusparada de palavrões.

Ou o show da Benedyct, outra banda do Marcos. Ele me diz:

Corta o som que nós já vamos começar.

E eu esqueço completamente e quando termina a primeira música do show todo mundo escuta de fundo o som mecânico que não tinha parado de tocar, quer dizer, todo mundo menos eu, que chapado demais não escutava nada, a não ser uma música interna que tocava dentro de mim lá-lá-ri-lá e o Marcos larga a bateria, sai do palco e me fustiga com um olhar de fúria extrema muito cuspe verbal.

Ou um outro show dessa mesma Benedyct. A vocalista, a Gaby, dá três pulinhos performáticos pra trás e cai por cima da bateria, e do Marcos.

Ou outra envolvendo o Marcos, só que dessa vez num show da banda Qual?. Por alguma razão (grana ou trago, decerto), o Marcos se desentende com um dos caras da banda e lá pelas tantas, no furor da discussão, saca um tubo de gás lacrimogêneo (o Marcos era meio extremado, se é que isso existe) e lava a cara do cara com aquele jato corrosivo, borrifando o infeliz como quem extermina uma barata no canto da cozinha. O troço quase deixou o cara cego, o rosto queimado, uns pedaços de pele despregados da carne e balançando pra baixo. No final da noite o cara que quase perdeu a cara foi visto sentado no meio-fio, rindo e chorando ao mesmo tempo, chapado até os ossos de gás lacrimogêneo. Na semana seguinte foi preciso o Fabriano intervir e dissuadir a figura de nos meter um processo por dano físico e moral, o qual (Qual?) perderíamos na certa.

Ou a brincadeira de amigos premiando amigos: o Garagito, troféu de nome simpático de tão simplório constituído de uma boneca Susy de atacadão do centro, fixada num pedestal de gesso e colorida por imersão. Low budget tosco de gaulês com inclinações artísticas. O Garagito premiou, de 93 a 2000, alguns dos mais obstinados roqueiros da cidade (a escolha da categoria principal, a de melhor banda, ilustra bem a preferência dos garageiros: Graforréia e Ultramen levaram três Garagitos cada, no ano em que não foram premiadas foi a vez do meteórico Júpiter Maçã levar o seu).

Ou o advento dos tributos. Pra ocupar datas vazias, homenagear cultuados artistas mortos (ou não) ou apenas se divertir tocando as músicas prediletas, a gente inventou essa modalidade de evento. Geralmente no aniversário de algum herói do ronquerol. Quando morria alguém também era tiro-e-queda: a gente tributava logo em seguida. Por exemplo, na semana da morte do nosso papa junkie William S. Burroughs, quando armamos o William Burroughs Last Words, uma homenagem sincera com show de bandas, performances literárias, exposição e venda de livros e drogas. Ou no mês do suicídio (esse sim, tiro-e-queda) do último mártir do roquenrol Kurt Cobain, um acontecimento que abalou toda uma geração que acreditava na indissociação do rock e da camisa de flanela. A figura central nessa história dos tributos era o Tavares. Alcoólatra byroniano, com um estilo de tocar que sintetizava John Lennon e Paulinho da Viola – ainda que totalmente desafinado quando muito bêbado ou sóbrio demais – o Tavares tirava tudo de ouvido, na hora, sem frescuras, sem nem mesmo ouvir.

Kurt Cobain foi deste prum Nirvana melhor?

Chama o Tavares.

Um bando de saudosistas ligeiramente góticos e bichas morre de saudades dos Smiths, Echo, Cure ou qualquer merda dos anos 80?

Call Tavares.

30 anos de Sgt. Peppers?

Ô Tavares, cê não tá a fim de?

Ano que vem tem Álbum Branco?

Já combinei com o Tavares.

Ou ainda uma história clássica envolvendo este sincero narrador: é sobre um show que não houve. Episódio sinistro. Envolve também uma banda de Santa Catarina que eu não lembro o nome. Os caras ligaram de Floripa querendo uma data pra se apresentar. Expliquei as condições e eles reservaram uma quarta. Pensei que era conversa furada e que eles nunca se abalariam lá de Floripa pra tocar em Porto Alegre numa quarta. Uns quinze dias antes da tal quarta chega pelo correio uma caixa contendo centenas de cartazes da banda. Uns cartazes de xerox em folha A3 com o nome que eu não lembro, uma foto da ponte de Florianópolis e um espaço em branco pra preencher à mão com data, horário e local do show. Um pincel atômico vermelho estava incluído n o pacote. Daí lembrei de uma vaga conversa telefônica, alguma coisa sobre a gente colar os cartazes, e eu dizendo claro, sem problemas, me lembrava dizendo convicto, afinal, eles nunca se abalariam de Floripa pra tocar em Porto Alegre numa quarta. Por via das dúvidas, na fatídica quarta, convoquei o Vilson e ele prontamente montou o PA e ficamos à espera da banda de Floripa. Tomei o cuidado de esconder a pilha de cartazes que não tinham sido colados, muitos, quer dizer, TODOS, camuflados em meio ao caos da salinha dos fundos. A menos que eles tivessem algum parente ou amigo na cidade, ninguém em Porto Alegre sabia do show. Como de praxe, a passagem de som foi marcada pras cinco da tarde. Esperamos até as oito. Nada. Decidi fechar o bar e ir pra casa: show cancelado. O Vilson desmontou a aparelhagem, apaguei as luzes e na hora de trancar o portão pra ir embora, estaciona um carro cheio de gente e instrumentos e amplificadores.

A gente tá procurando uma vaga pra estacionar já faz quase uma hora. Diz o motorista.

Olha, sinto muito, mas o show foi cancelado. Tão pensado o quê? Se cumpre horários aqui.

Mas a gente veio dirigindo lá de Floripa com todo o nosso equipamento, vocês não podem cancelar o show desse

Podemos sim. Tchau.

Fechei o portão e subi a Barros Cassal pra pegar o ônibus. Os caras ficaram ali parados, entre perplexos e putos da vida, sem acreditar no que tinham acabado de ouvir. Não sei como um deles não desceu do carro e me rachou os cornos com uma guitarrada, o mínimo a se esperar diante de tamanha filhadaputice. É que na hora eu só pensava nuns filmes pra devolver na locadora. Dei no pé. Mas a consciência pesou. Uma barra. Puta remorso por tamanha sacanagem com os caras. Porra, eles tinham se abalado lá de Floripa pra tocar numa quarta em Porto Alegre, isso não se faz! Naquela noite, revirando na cama, penei a insônia dos injustos. Tempos depois apaguei o episódio da memória, com remorso e nome da banda junto. Já a banda, tenho certeza que lembra direitinho de tudo o que rolou, meu nome e fisionomia inclusos. Algum guitarrista à espreita numa esquina qualquer da Ilha, pronto pra me rachar os cornos com uma guitarrada, enquanto eu passeio lindo, leve e solto de bermuda e havaianas em pleno feriadão.

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7 Comments:

Blogger mutantismos said...

pô, léo, a fuder!

nem tão lamacento assim, mas muito bacana...

o lance da banda de floripa que veio e não tocou lembra uma vez que fomos convidados pra tocar em londrina. nos abalamos de ônibus cheio de space cake na cabeça pq a viagem deveria durar 16 longas horas. demorou 18. duas horas a mais faz diferença. chegando lá: chuva. como o show seria numa concha acústica na rua, corria sério risco de não rolar. pedimos uma garagem qualquer pra tocar e o cara da produção até que tava conseguindo, avisou uma galera e tal. mas a chuva parou e conseguimos salvar o roque a pauladas, como sempre fizemos. aliás o nosso show de estréia foi lá mesmo, no garagem.

ah, naquele show da graforréia eu tava, mas não lembro das janelas abertas. só lembro do fornão que estava.

continua, meu rei!
abs,
raul

10:35 AM  
Blogger rafael said...

As primeiras vezes...O Frank Jorge curtia o som da minha Banda, a Urro, o que ja tornava o cara quase da família. Um dia ele me deu um papelzinho com informações de um show acustico da Graforreia Xilarmônica, e um desenhinho. Fui no Garagem e apresentei o papel especial pro segurança, que ficou me olhando com cara de tá, e daí? Eu falei, o Frank me deu, e o cara já ia me zoar, quando chegou o Frank com aquele jeito gente boa que os roqueiros NÃO TEM e falou, Rafa, isso aí é o SANTINHO, o ingresso é 5 pilas, mas entra aí meu e curte o show...
Hoje em dia se chama flier, e ninguem mais é como o Frank Jorge...

2:13 PM  
Blogger birdbrain said...

Léo!
Ainda tenho o cartaz do primeiro show da Narciso no Garagem
"Psicopatia e alcoolismo em Alto Grau
Walverdes e Narciso"
hahaha

bah, ler esse blog é tipo entrar num hd separado.

tava lá em todos esses shows
o da luciana foi engraçado
meia dúzia sentada no chão e a namor dela de segurança, do lado do palco, fazendo cara feia pras minas na platéia

ahh ainda tenho a minha boneca escabelada de bombril do prêmio Garagito

Pô a noite dos 30 anos do sgt Peppers foi uma festa foda!
Deve ter sido a primeira vez que subi num palco sem o baixo, tipo só vocalista, pra cantar com os Argonautas....

saudades do Garagem
na adolescência, devo ter passado mais tempo lá do que dentro da minha casa hehehehe

6:35 PM  
Blogger tatu said...

heheheh o primeiro show que eu fui foi o lançamento do 90° do walverdes... walverdes e "Cuervo alguma coisa" animal... inesquecivel hehehe

Outro show massa que eu vi foi o da winston com Superfones, o cara da winston tendo chiliques no palco porque um amigo meu bebado ficava berrando PORRA VCS TÃO TOCANDO WEEZER TUDO ERRADO!

2:20 PM  
Blogger Karenina said...

Hahaha
To me divertindo horrores!
Beijoca Leozinho!
INA

6:25 PM  
Blogger rafael said...

Também tenho um cartaz de show da Urro no Garagem...Podia botar no fundo do palco da Pulp que o Leo vai tocar, hehehe.
Um selfforhimourselves tribute

9:01 PM  
Blogger Dado said...

É isso, qualquer data comemorativa, jubileu, aniversário de vida ou morte, CALL TAVARES!!!

O Tava se encarregava de montar as bandas, e eu tive o prazer de tocar em várias... (e ainda tá no ramo: ontem mesmo, o Tava tava fazendo mais um de seus tributinhos eighties).

O show do Sgt. Peppers - e do Álbum Branco! - foi duca, pelas versões amalucadas e pessoais que cada banda fez.

***
Ah é, Grazi, é tu que tá com o Garagito que a Lila Deep recebeu... guarda essa nega-maluca como se fosse o Santo Graal!

Um abração, Léo.
Dado

8:13 PM  

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